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Estudantes do Campus Osório recebem medalha de ouro na Genius Olympiad, em Nova Iorque


Duas medalhas de ouro e experiências inesquecíveis. Foi assim que as alunas Isabela Dadda dos Reis e Juliana Davoglio Estradioto voltaram da Genius Olympiad, em Oswego, EUA. As duas meninas de 17 anos de idade, do 4º ano do curso técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio, desembarcaram no Brasil no dia 16 de junho, depois de passar uma semana na The State University of New York (Universidade do Estado de Nova Iorque), onde puderam experimentar a vivência em uma universidade americana.

A competição tem foco em temáticas ambientais, abrangendo diversas categorias: Ciências, Robótica, Artes Visuais e Performáticas, Escrita Criativa e Plano de Negócios. O evento de 2018, que ocorreu do dia 11 a 15 de junho, teve a participação de 24 projetos de estudantes brasileiros na categoria de Ciências.

“A experiência foi indescritível e incomparável, nunca imaginei que fosse passar uma semana vivendo como uma estudante americana em um campus nos Estados Unidos. As atividades do evento são muito divertidas e bem diferenciadas de todas as experiências que já tive! Com a Genius eu pude resolver muitas questões que me deixavam curiosa, aprendi mais sobre o Universo, conheci as Cataratas do Niágara e tive um intercâmbio cultural incrível com pessoas de todo o mundo!”, disse Juliana.

Para Isabela, a oportunidade de estudar no IFRS proporcionou oportunidades incríveis: “Estudar no IFRS e poder representar nossa instituição, cidade e país em um evento tão mágico me enche de esperanças, vontade de fazer mais e de levar essa oportunidade a cada vez mais jovens. Sou extremamente grata ao IFRS por me proporcionar a chance de viver ciência”.

Os projetos de ciências brasileiros conquistaram 14 prêmios, sendo a segunda nação mais premiada na categoria de Ciências (atrás somente dos Estados Unidos). Dentro dos brasileiros premiados, o IFRS – Campus Osório foi o que obteve as maiores premiações da feira. As únicas brasileiras premiadas com medalha de ouro foram as estudantes Isabela e Juliana, e ambas tiveram seus projetos orientados pela professora Flávia Santos Twardowski Pinto.

O que é a Genius – International High School Environmental Project Olympiad?

É uma competição internacional de projetos do ensino médio sobre questões ambientais. Fundado e organizado pelo Terra Science and Education e organizado pela Universidade Estadual de Nova Iorque em Oswego. A Genius Olympiad sediou projetos em cinco disciplinas gerais com foco no meio ambiente.

Depoimento da professora Flávia:

“Eu me impressionei muito com a Genius, pois a proposta de passar uma semana em uma universidade americana vivenciado os espaços, conhecendo os laboratórios, a biblioteca e trocando experiências com orientadores e estudantes de todo o mundo foi sensacional. Ficamos em um alojamento, onde minha colega de quarto era uma professora chinesa. As culturas se fundem, divergem, convergem e as pessoas compartilham suas experiências de uma forma inigualável.

Tenho orgulho de trabalhar no IFRS e poder representá-lo com minhas orientadas. Isabela e Juliana são exemplos ímpares de que é possível realizar pesquisa com pouquíssimos recursos tendo muita determinação, dedicação e perseverança.”

Conheça os projetos apresentados na Genius Olympiad:

“Eucalyptusaligna: uma nova alternativa para o controle do Aedes aegypti” (Credenciamento pela FEBRACE): O projeto tem enfoque em aplicar o óleo essencial do eucalipto como um larvicida natural no controle do mosquito Aedes aegypti, responsável por diversas epidemias que ocorrem no Brasil há 3 anos. A estudante também desenvolveu um aparelho eletrônico em que é possível identificar a eclosão dos ovos do mosquito.

“Transformação dos resíduos agroindustriais do maracujá em filmes plásticos biodegradáveis”: A pesquisa busca encontrar uma aplicação tecnológica para o resíduo agroindustrial do maracujá. A estudante desenvolveu um filme plástico biodegradável com o resíduo do maracujá e aplicou este filme plástico biodegradável em um protótipo de recipiente pra mudas, onde o filme se degrada em até 20 dias quando enterrado.

Com informações da comunicação do Campus Osório


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