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IFRS contribui para retomada cultural no Rio Grande do Sul com cursos a distância


Programa oferece suporte financeiro e formativo para reconstrução do setor cultural do estado. O IFRS vai ofertar cursos gratuitos para agentes culturais

 

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) participará do Programa Retomada Cultural RS, uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) que oferta capacitações profissionais a agentes culturais. O programa visa oferecer suporte financeiro e formativo para auxiliar na reconstrução do setor cultural do Rio Grande do Sul após a calamidade climática vivenciada recentemente. 

A parceria com o IFRS, intitulada Bolsa-Retomada Cultural RS, contará com a oferta de cursos a distância, com carga horária de 70h, e bolsa no valor de R$ 4,5 mil, a ser pago em duas parcelas, uma no início da capacitação e a outra na conclusão do curso. As inscrições e as aulas se iniciarão em agosto. Serão disponibilizadas 10 mil vagas.  

 

Formações culturais

As formações ministradas pelo IFRS e disponíveis para a comunidade que atua no setor cultural no RS são: Planejamento e Gestão de Eventos Culturais, Administração e Gestão Financeira para Eventos, Organização e Decoração de Eventos, Marketing e Comunicação Digital na Cultura, Artes Visuais e Interculturalidade, Cerimonial e Etiqueta para Eventos, Desenvolvimento Pessoal e Interpessoal para Profissionais da Cultura. 

Para se inscrever, é necessário preencher os seguintes pré-requisitos: estar cadastrado no MinC, ou no Cadastro Único da Cultura; estar com CPF regular ou passível de regularização; não possuir renda formal (exceto Bolsa-Família); não ser sócio de empresa com fins lucrativos que teve movimentação financeira em 2024, exceto MEI, EI, EIRELLI ou SLU, desde que não tenha empregados; e ter endereço residencial em um dos 95 municípios em calamidade. 

 

Retomada Cultural RS 

O Programa foi anunciado dia 03 de julho de 2024, em Porto Alegre. Conta não só com as capacitações, mas também com incentivos financeiros via Lei Rouanet e investimento em pontos de cultura, pontos de memória, bibliotecas comunitárias, pontos de leitura, escolas livres e comunidades quilombolas. Também estão previstas ações artísticas continuadas a fim de fortalecer a criação e difusão cultural.  

Texto adaptado da Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Setec e do MinC

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