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Estudantes e servidores do IFRS Campus Viamão participam de vivência na aldeia Guarani Cantagalo


No dia 20 de abril, estudantes das turmas do 4º ano do Ensino Médio Integrado em Administração e Meio Ambiente, professores e técnicos-administrativos do Campus Viamão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) conheceram o Mbyá Reko (modo de ser Guarani) na Tekoá Jataí’ty (Terra Indígena do Cantagalo), localizada em Viamão. A atividade fez parte da programação alusiva à semana dos povos indígenas promovida pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) do campus.

Na chegada, os alunos e servidores participaram de uma roda de integração, na qual, divididos em pequenos grupos, foram convidados a realizar uma saudação por meio da pronúncia da palavra “Aguyjevete” em voz alta e com os braços levantados. Em seguida, assistiram à apresentação do coral de crianças, participaram de atividades culturais tradicionais, como jogos, brincadeiras e práticas com arco e flecha, além de percorrerem uma trilha pela mata da aldeia. Após a trilha, os alunos conheceram o artesanato produzido pela comunidade indígena com peças de cestaria, colares, pulseiras e adornos. A atividade teve como objetivo aproximar a comunidade acadêmica da cultura Mbyá Guarani e ampliar os conhecimentos sobre seus costumes e tradições por meio de diálogos e experiências vivenciadas na aldeia.

Os estudantes estiveram acompanhados pelos servidores do IFRS Campus Viamão Alexsander Lemos Ferreira, vice-coordenador do Neabi; Neilo Márcio da Silva Vaz, professor de Sociologia; e Marcia Yuko Kuamoto e Victória Cristina de Souza Moura, técnicas-administrativas. Também acompanhou a visita Carlos Robério Garay Correa, técnico-administrativo do IFRS Campus Alvorada.

A atividade também contou com a participação de um grupo de estudantes surdas, em uma ação organizada pela Coordenadoria de Extensão do IFRS Campus Alvorada e pelo Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (Napne) do IFRS Campus Viamão, com acompanhamento de intérpretes de Libras. Ao todo, participaram cinco estudantes surdas em um dia de vivência inclusiva.

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