Periódicos
Periódicos do IFRS sobem de nível em avaliação do Qualis Capes
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Os periódicos científicos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) tiveram elevação de classificação após a avaliação referente ao quadriênio 2021–2024 do Qualis Periódicos, realizada por meio da Plataforma Sucupira, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
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- A #Tear: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia, periódico voltado à divulgação de pesquisas nas áreas de educação, ciência e tecnologia, passou do estrato B1 para A4.
- A revista LínguaTec, que publica estudos nas áreas de linguística, letras e ensino de línguas, teve sua classificação alterada de B3 para A4.
- O Publica-IFRS: Boletim de Pesquisa e Inovação, criado em 2023 com o objetivo de divulgar resultados de pesquisas, projetos de inovação e ações institucionais, obteve sua primeira classificação no sistema, no estrato B4.
- A Revista Viver IFRS, dedicada à divulgação de ações de ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional, passou de B3 para B1.
Aline Terra Silveira, chefe do Setor de Publicações Científicas da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), destaca que a nova classificação representa um avanço coletivo e evidencia a qualidade, o impacto e a visibilidade alcançados pelos periódicos do IFRS, em âmbito nacional e internacional.
“O resultado reconhece o trabalho comprometido das equipes editoriais, que atuam de forma contínua em todas as etapas do processo editorial, da chamada de artigos à avaliação por pares e à disseminação do conhecimento científico. Além disso, a manutenção dos demais periódicos em seus respectivos estratos reafirma a regularidade e o rigor que já caracterizam as publicações da instituição”, afirma Aline.
Confira todos os periódicos no Portal de Periódicos do IFRS
Níveis e avaliações
O Qualis Periódicos é um sistema de classificação que organiza revistas científicas em estratos, de acordo com seu impacto e uso na produção acadêmica dos programas de pós-graduação no Brasil. Os níveis vão de A1 (mais elevado) a C, distribuídos nos níveis A e B.
- A1 e A2: periódicos com maior impacto e reconhecimento internacional, amplamente utilizados na produção científica da pós-graduação.
- A3 e A4: periódicos consolidados que atendem aos critérios técnicos da avaliação e também integram o nível A.
- B1 e B2: periódicos com destaque e circulação principalmente em âmbito nacional.
- B3, B4 e B5: periódicos com impacto mais restrito ou voltados a áreas e públicos específicos
- O estrato C reúne periódicos cadastrados no sistema que não atendem aos critérios mínimos para classificação nos níveis A ou B.
A classificação considera critérios como qualidade dos artigos, regularidade das publicações, composição do corpo editorial, diversidade de autoria, visibilidade e indexação em bases de dados científicas.