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  1. A EXTENSÃO NO IFRS

Segundo a Política de Extensão do IFRS, a Extensão é definida como um processo educativo, cultural, social, científico e tecnológico que promove a interação entre as instituições, os segmentos sociais e o mundo do trabalho, com ênfase na produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos, visando ao desenvolvimento socioeconômico, ambiental e cultural sustentável, local e regional.

A Ação Extensionista no IFRS é entendida como a prática acadêmica que liga a instituição nas suas atividades de ensino e pesquisa com as demandas das comunidades de alcance de suas unidades. Ela deve contribuir para a formação de um profissional cidadão e se torna um espaço privilegiado de produção e disseminação do conhecimento, priorizando a superação das desigualdades sociais. 

À Extensão cabe o papel de reconhecimento das comunidades locais, auxiliando na identificação de seus problemas, dilemas e necessidades, construindo soluções junto com a comunidade e contribuindo para a democratização do conhecimento e para o desenvolvimento social e econômico nas regiões de abrangência dos campi do IFRS. Neste processo, faz-se importante a busca pela interação dialógica, através do desenvolvimento de relações entre a instituição e a sociedade marcadas pelo diálogo, pela troca de saberes e pela superação do discurso da hegemonia acadêmica (onde só o que é produzido na instituição é valorizado).

É entendendo a realidade social dentro de sua complexidade, que a  Extensão pode desenvolver suas ações nas comunidades, setores e grupos  sociais com os quais se relaciona, na busca da realização dos seus objetivos  próprios. A interdisciplinaridade neste contexto se propõe a materializar  a interação entre modelos, conceitos e metodologias de várias disciplinas  e áreas do conhecimento, construindo alianças intersetoriais, interorganizacionais e interprofissionais.

A indissociabilidade das Ações de Extensão com as áreas do Ensino e da  Pesquisa deve estender-se a todos os envolvidos – professores, técnicos administrativos, pessoas das comunidades, outras instituições de ensino e,  principalmente, estudantes, extrapolando os limites da sala de aula, espaço  tradicional de ensino-aprendizagem.

O estudante pode, dentro deste entendimento, ser alçado a protagonista de sua formação técnica necessária à atuação profissional e de sua  formação cidadã, permitindo que se reconheça como agente de garantia  de direitos e deveres e de transformação social. Dessa maneira, a participação do estudante em Ações de Extensão assim configuradas permitem  o enriquecimento de sua experiência como discente em termos teóricos e  metodológicos, ao mesmo tempo em que abre espaço para reafirmação  e materialização dos compromissos éticos e solidários da institucionais.

A Extensão no IFRS, por meio de sua Política de Extensão, reitera o compromisso com sua ação transformadora e voltada para os interesses e necessidades da maioria da população, propiciando o desenvolvimento social e regional de acordo com a missão, os valores e os princípios institucionais. Ao mesmo tempo em que possui a clareza do impacto e da modificação que estas ações provocam em suas práticas na busca da concretização de suas diretrizes, confirmando seu comprometimento em sua relação dialógica com a sociedade.

Figura 1 – A interação dialógica na prática das ações extensionistas

1.1 A Política de Extensão do IFRS: as diretrizes

As Ações de Extensão são regidas pela Resolução Consup n° 058/2017, que aprova a Política de Extensão do IFRS. Nela, foram estabelecidas as dimensões e áreas de atuação da Extensão no âmbito das comunidades de abrangência da instituição. 

As dimensões da extensão atendem:

  1. o desenvolvimento tecnológico;
  2. as ações sociais;
  3. o estágio e o emprego;
  4. os cursos de extensão;
  5. as ações culturais, artísticas, científicas, tecnológicas e esportivas;
  6. as visitas gerenciais;
  7. o empreendedorismo e associativismo; e,
  8. o acompanhamento de egressos.

As áreas temáticas da extensão, por sua vez, estão organizadas da seguinte forma:

  1. Comunicação
  2. Cultura
  3. Direitos humanos e justiça
  4. Economia e administração
  5. Educação
  6. Meio ambiente
  7. Saúde
  8. Tecnologia e produção
  9. Trabalho

1.1.1 Tipos de Ação de Extensão

Para que seja caracterizada como uma Ação Extensionista, esta deve estar contemplada nas diretrizes de atuação e temática, bem como trazer benefício mútuo, tanto para servidores e estudantes como para a comunidade externa onde será realizada. As ações de extensão, articuladas com o ensino e a pesquisa, devem ser desenvolvidas sob a forma de Programas, Projetos, Cursos, Eventos ou Prestação de Serviços.

Figura 2 – A estrutura das Ações de Extensão

Programas: constituem-se de um conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão (cursos, eventos, projetos…) de médio e longo prazos.

Projetos: são as ações de extensão formalizadas com objetivo específico e prazo determinado. O projeto pode ser: 

  1. vinculado a um programa ou
  2. não vinculado a programa (projeto isolado);

Cursos: constituem-se de ações que articulam ensino e extensão, planejados de maneira sistemática, seja para formação inicial ou continuada, visando a disseminação de conhecimentos para atender a comunidade externa e acadêmica. A Instrução Normativa Proex/IFRS no 03/2018 orienta quanto ao registro, carga horária, modalidade, Projeto Pedagógico (quando necessário) e demais informações para a elaboração e oferta de cursos de extensão no âmbito do IFRS.

Eventos: são ações de extensão de curta duração, sem caráter continuado, caracterizado por atividade específica, envolvendo a comunidade externa e interna. A Instrução Normativa Proex/IFRS no 01/2018 estabelece a classificação e as demais orientações para a realização de eventos de extensão no IFRS.

Prestação Institucional de Serviços (PIS): constitui-se de ação específica para a realização de atividades pedagógicas e científicas oferecidas pela instituição ou contratada por terceiros. Pode envolver atividades de consultoria, assessoria, laudos técnicos, análises laboratoriais e outras ações específicas que venham a utilizar a infraestrutura física e/ou recursos humanos de algum campus do IFRS. A Instrução Normativa Proex/IFRS no 01/2019 estabelece os procedimentos para a solicitação, o registro, o acompanhamento, a formalização e a prestação de contas das ações de extensão realizadas por meio da PIS.

1.2 Pró-reitoria de Extensão – PROEX

A Proex está situada na Reitoria do IFRS e é um órgão ligado ao Reitor. É o setor responsável por planejar, desenvolver, coordenar, estimular e acompanhar as atividades e políticas de extensão nas suas relações com a sociedade, junto aos diversos segmentos sociais e, ainda, coordenar os processos de divulgação e comunicação institucional.

Atualmente, a Pró-reitoria de Extensão é composta por:

  • Pró-reitora de Extensão;
  • Pró-reitora Adjunta de Extensão;
  • Departamento de Extensão;
  • Departamento de Comunicação;
  • Assessoria de Assuntos Internacionais.

Além destes, a PROEX conta com o apoio de um órgão colegiado consultivo e propositivo, composto pelos diretores e coordenadores de extensão dos campi e presidido pela Pró-reitora de Extensão, denominado Comitê de Extensão (COEX).

Figura 3 – A estrutura da Pró-reitoria de Extensão – PROEX

1.3 A Estrutura da Extensão nos Campi do IFRS

As atividades de gestão de Extensão em cada campus do IFRS são exercidas por um servidor efetivo do quadro de pessoal do IFRS, designado pela Diretora-geral.

Figura 4 – A estrutura da extensão no Campus Ibirubá do IFRS

Compete à Gestão de Extensão, além das competências previstas em legislação vigente e do estabelecido em Estatuto, Regimentos e Regulamentos do IFRS, as seguintes atribuições:

  • propor, coordenar, supervisionar, divulgar e avaliar as políticas, ações, diretrizes, normas e regulamentos do campus relacionados à extensão;
  • propor ações de extensão, acordos, intercâmbios, cooperação e interação permanente com órgãos e instituições em nível nacional e internacional;
  • presidir a Comissão de Gerenciamento de Ações de Extensão (CGAE) e representar o campus junto ao Coex do IFRS;
  • promover a qualificação e aperfeiçoamento dos(as) servidores(as) em atividades de extensão;

1.3.1 Comissão de Avaliação e Gerenciamento de Ações de Extensão

A Comissão de Avaliação e Gerenciamento de Ações de Extensão (CGAE), regida pela Instrução Normativa Proex/IFRS No 02 de 22 de maio de 2018, é o órgão colegiado permanente no âmbito do campus, integrante da estrutura regimental do IFRS, de natureza propositiva, consultiva, avaliativa, deliberativa e fiscalizadora, vinculada ao setor de Extensão e constituída para gerenciar as ações de extensão.

São objetivos da CGAE:

  • colaborar para o aprimoramento do desempenho das atividades de extensão no IFRS, articuladas com o ensino e a pesquisa;
  • contribuir para o desenvolvimento e a aplicabilidade da POLÍTICA DE EXTENSÃO DO IFRS;
  • apoiar a criação de oportunidades de interação entre a comunidade acadêmica e a comunidade externa;
  • acompanhar e avaliar as ações de extensão realizadas por servidores, servidoras e estudantes promovidas pelo IFRS ou por instituições externas ao IFRS;
  • emitir parecer sobre a concessão e suspensão de bolsas de extensão;
  • propor o seu regimento interno;
  • exercer as demais atribuições conferidas por lei, neste Regimento ou por Órgão superior.

Conheça os integrantes da CGAE Aqui.

 

Última atualização em 06/05/2020

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