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II Edição da Folia de Carnaval movimenta o Campus


Evento realizado pelo Núcleo de Arte e Cultura reuniu estudantes e servidores em uma tarde de criatividade, integração e protagonismo estudantil.

A quadra do Campus Veranópolis do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) transformou-se em um verdadeiro “set de filmagens” a céu aberto na tarde da sexta-feira, 27 de fevereiro. A II Folia de Carnaval, organizada pelo Núcleo de Arte e Cultura (NAC), celebrou a integração da comunidade acadêmica por meio da sétima arte, trazendo como temática grandes sucessos do cinema entre os anos de 2010 e 2020.

Oito blocos, representando as diferentes turmas do Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio do campus, desfilaram sua criatividade após as aulas. O que se viu na quadra foi um espetáculo de organização: figurinos produzidos pelos próprios estudantes, muitos deles confeccionados com materiais recicláveis, e coreografias ensaiadas que misturaram trilhas sonoras icônicas com ritmos carnavalescos, explica a coordenadora do NAC, professora Magda Schiavon de Rossi.

As encenações demonstraram não apenas talento artístico, mas também uma profunda habilidade de adaptação dos temas sorteados, como Os Vingadores, Zootopia e Toy Story, para a realidade do ambiente escolar, sempre respeitando os princípios éticos e de convivência do IFRS.

Um dos pontos altos do evento foi a participação do “Bloquinho dos Servidores”. Docentes e técnicos-administrativos também entraram na brincadeira, reforçando o espírito de união da comunidade acadêmica.

Após as apresentações, a comissão avaliadora anunciou os grandes destaques da tarde:

  • 1º lugar: Caiu na toca, virou folia, da turma 2º ADM A 
  • 2º lugar: Ao infinito e já era, da turma 3º ADM 
  • 3º lugar: ZOO TII, da turma 3º TII 

Para a coordenadora, o sucesso desta segunda edição reafirma o compromisso do campus com uma formação que vai além da dimensão técnica. Segundo ela, a realização de eventos como este é fundamental para que os jovens possam, em meio à rotina acadêmica, experimentar diferentes potências de vida, exercitando a sensibilidade artística e o prazer da convivência coletiva como formas legítimas de aprendizado e expressão no mundo.

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